Plano Diocesano de Pastoral propõe caminho com todos e para o bem de todos

Para 2024-2025 a diocese do Porto assume um ano singular marcado pelo Jubileu de 2025 sob o lema “Peregrinos de Esperança”. Voz Portucalense publica na íntegra.

 

I. PÓRTICO

Reanimar a esperança e a confiança

Concluído o triénio pastoral, sob o lema Juntos por um caminho novo, a nossa Diocese do Porto propõe-se viver um ano singular, incontornavelmente marcado pela celebração do Jubileu de 2025, sob o lema Peregrinos de esperança. Para ser à moda do Porto, acrescentamos-lhe um subtítulo, com todos e para o bem de todos, sublinhando assim, na nossa ação pastoral, a perspetiva mais ampla de uma sinodalidade missionária, que não podemos limitar a um evento, mas que se pretende seja a nossa forma permanente de ser e de edificar a Igreja.

Como Povo de Deus, Povo peregrino desta tão  bela porção da Igreja Universal, queremos fazer da celebração festiva do Ano Jubilar o nosso primeiro objetivo pastoral, com vista a reanimar a esperança e a confiança, no coração das pessoas e do mundo e também na obra da Evangelização, onde tantas vezes o pessimismo estéril e a nostalgia do passado, bem como o medo paralisante do futuro, ou mesmo a tentação de amarrar o presente às nossas expetativas idealistas, não nos deixam perceber a graça deste tempo, as suas oportunidades e desafios.

Entre tantas ilusões e muitos desencantos do nosso caminho pessoal e eclesial, precisamos de redescobrir uma esperança, ancorada em Deus e no Seu infinito amor por nós; uma esperança que toma rosto em Jesus Cristo morto e ressuscitado por nós; uma esperança, não apoiada em cálculos e previsões estatísticas, mais ou menos otimistas, ou em soluções pastorais mais ou menos engenhosas, mas é alimentada pela ação discreta e paciente do Espírito Santo. É Ele o guardião e o artífice da esperança, que anda sempre de mãos dadas com a paciência, a sua parente mais próxima. “A paciência mantém viva a esperança e consolida-a como virtude e estilo de vida” (SNC, n.º 4). Só esta esperança, que não engana, nos pode ajudar a resistir à prova de fogo da desesperança e a confrontarmo-nos com ela, nós que vivemos ainda hoje, em tantos âmbitos da vida, a ressaca de tantas esperanças projetadas em vão. Como poderíamos nós viver sem esperança? A esperança é o sal da quotidianidade, disse o Papa Francisco. É “a virtude da vida quotidiana, na qual se faz o possível e se confia a Deus o impossível” (K. Rhaner).

É, pois, muito oportuna esta convocação jubilar da temática e da virtude da esperança. Sabemos que a fé e a caridade guiam pela mão esta esperança-menina. A fé e a caridade ensinam-na a caminhar, mas, ao mesmo tempo, é a esperança que as puxa para a frente, para não as deixar paralisar no medo ou no êxtase. Precisamos da pequenina esperança para ativar em nós a grande e ardente paixão pelo Reino, que constitui o fim da feliz missão que nos foi confiada, como testemunhas da esperança. Celebrar o Jubileu e reanimar a esperança é, pois, o objetivo primeiro e cimeiro do ano pastoral. A intensificação do processo sinodal e a cultura do cuidado – que se apresentam como segundo e terceiro objetivos – na prática desdobram o primeiro e concretizam o seu programa.

Caríssimos(as) diocesanos(as):

O Ano Pastoral de 2024-2025 é um ano singular, não enquadrado em nenhum triénio pastoral. No meio de muita solicitações e ações da pastoral ordinária, faz-nos bem – como se diz mais adiante – uma pausa fecunda no caminho, uma espécie de ano sabático, destinado a colher, recolher e saborear os frutos do passado e do presente, mas também a implantar as sementes do futuro. Faz-nos bem repousar com e como o Senhor, para discernir e apurar, com mais clareza, a meta do nosso caminho diocesano, definir algumas prioridades, concretizar opções pastorais audazes e realistas, para a nossa Igreja do Porto, nos alvores do segundo quartel do século XXI.

O Plano que aqui se apresenta não deve ser visto como um caderno de encargos a cumprir meticulosamente. Não. Pretende-se dar um mote, um foco, uma orientação comum e uma unidade de ação pastoral à nossa Diocese, Peregrina de esperança, na sua riquíssima variedade poliédrica. O elenco das muitas ações pastorais seja lido e acolhido, a partir dos contextos concretos, sempre sob a moção do Espírito, e apenas como um fermento de inspiração e de orientação, para caminharmos juntos, na riqueza da nossa Diocese, com as suas Paróquias, Associações, Movimentos e Obras.

Que este Plano Diocesano de Pastoral para 2024-2025, fruto de um processo sinodal, continue a ser, para quem o toma em suas mãos, um instrumento de exercício sinodal, na programação, realização e avaliação pastorais, em diversos âmbitos da ação e da corresponsabilidade pastoral, a nível (inter)paroquial, vicarial e diocesano. Ficaremos felizes se, ao menos, alguma proposta, oferecer novas intuições e desafios e sobretudo uma renovada esperança e confiança na nossa vida e missão cristãs.

Confiemos o bom êxito do novo ano pastoral a Maria, Nossa Senhora da Assunção, Mãe e Testemunha da Esperança.

+ Manuel da Silva Rodrigues Linda, Bispo do Porto

+ Joaquim Proença Dionísio, Bispo Auxiliar do Porto

+ Roberto Rosmaninho Mariz, Bispo Auxiliar do Porto

+ Vitorino José Pereira Soares, Bispo Auxiliar do Porto

 

 II. CONTEXTO PASTORAL

De onde vimos? Para onde vamos?

A esperança alimenta-se da memória, abrange com o seu olhar não só o futuro, mas também o passado e o presente. Para caminhar na vida, além de devermos saber para onde queremos ir, é importante sabermos também quem somos e donde vimos. Uma pessoa ou um povo, que não tem memória e cancela o seu passado, corre o risco de perder a sua identidade e arruinar o seu futuro. Por isso, é necessária a memória daquilo que somos, daquilo que constitui o nosso património diocesano, espiritual e pastoral.

  1. De onde vimos?

Chegados ao Jubileu de 2025, a nossa memória agradecida, sobretudo a partir do período pós-conciliar, reporta-se, ainda que longinquamente, ao Diretório Pastoral da Diocese do Porto (1980), mas também às Orientações Diocesanas de Pastoral (1991) e à experiência da Missão 2010. Foram marcos que estruturaram o desejo e a necessidade de um caminho conjunto e de um Plano Diocesano.

Passo decisivo, nesta perspetiva de projetar e planificar a pastoral diocesana, foi a ousadia de se pensar e de se propor um programa pastoral, que se destinava a responder aos desafios da Reforma desejada e despoletada pelo Papa Francisco e também de corresponder ao propósito de unir e mobilizar a Diocese do Porto, tão rica na sua diversidade poliédrica.

Isso viria a acontecer com a elaboração e a publicação de um Plano Diocesano de Pastoral, para o quinquénio de 2015-2020. Foi totalmente inspirado na Evangelii Gaudium, o documento programático e paradigmático do pontificado do Papa Francisco, que está ainda longe de se cumprir, tão ampla é a sua visão profética e tão profunda é a conversão pessoal e pastoral, missionária e sinodal, que nos exige.

O Plano quinquenal 2015-2020 adotou como mote diocesano «A alegria do Evangelho é a nossa missão».  Algumas surpresas no caminho (a morte repentina do então Bispo do Porto), obrigaram a repensar o quinquénio e, nem de propósito, o sonhado Sínodo Diocesano, como remate, acabaria por se transformar na concretização de um processo sinodal, proposto para toda a Igreja.

Em 2019-2020 um novo ciclo se abriu, com um novo Plano, este de prevista duração trienal, sob o lema “Como os ramos na videira”, centrado na Iniciação Cristã.  A pandemia da Covid-19 obrigaria a prolongar este triénio, que daria lugar depois – e por fim – a uma proposta pastoral, com os olhos postos na celebração da JMJ 2023, sob o desígnio, de inspiração sinodal, “Juntos por um caminho novo”.

Deste tempo, fizeram parte as muitas iniciativas da fase diocesana do processo sinodal e a publicação do relatório-síntese (em anexo ao PDP 2022-2023), a que se veio juntar agora o texto da Diocese do Porto, enviado para a Conferência Episcopal Portuguesa, nesta fase próxima da segunda Assembleia Sinodal em Roma, em outubro de 2024.

  1. Para onde vamos? Quo vadis, Igreja do Porto?

Chegados aqui, e quase às portas da 2.ª Assembleia do Sínodo sobre a Sinodalidade, a que se soma a proposta universal da Celebração do Jubileu de 2025, parece-nos que este ano pastoral 2024-2025 deva ser, sobretudo, um tempo para recolher as sobras de tantas ideias, sugestões, boas-práticas, propostas e iniciativas inovadoras, que se multiplicaram, por toda a Diocese.

Precisamos de uma pausa fecunda no caminho, uma espécie de «ano sabático», para colher, recolher e saborear os frutos do passado e do presente, mas também para (im)plantar as sementes do futuro.

Queremos promover o que foi iniciado e se tem revelado positivo e significativo. Queremos mudar o que se tem revelado infecundo. Queremos responder às inspirações do Espírito no «aqui e agora» de cada tempo, que é sempre ‘de(a) graça’. Eis porque, retomamos neste Plano várias linhas programáticas e ações pastorais já propostas em Planos anteriores.

Agora, no presente, e tendo pela frente um ano jubilar, de caráter fortemente celebrativo, concluída que estará (em finais de outubro de 2024) a 2.ª Assembleia do Sínodo sobre a sinodalidade (de que se esperam algumas intuições e orientações para o presente e futuro da Igreja), seria oportuno, entre nós, aproveitar este ano pastoral para intensificar o espírito sinodal, que é aliás uns dos propósitos apontados pelo Papa para o Jubileu.

Obviamente, quando falamos de «sinodal», não nos referimos a um evento organizado, mas a um estilo, uma forma, a um processo, a uma prática pastoral de caminharmos juntos, para edificarmos juntos a Igreja do Porto, com todos e para o bem de todos.

Sugerimos que se aproveite este ano jubilar, este ano de(a) graça, para discernir e apurar, com mais clareza, a meta do nosso caminho diocesano, definir algumas prioridades, concretizar opções pastorais realistas, para a nossa Igreja do Porto, nos alvores do segundo quartel do século XXI.

  1. Peregrinos de esperança

O mote do Jubileu Peregrinos de esperança entrelaça, no mesmo espírito, o caminho aberto ao futuro, os caminhantes e companheiros de peregrinação, sem perder de vista a expetativa gloriosa da grande meta. “Não é por acaso que a peregrinação representa um elemento fundamental de todo o evento jubilar” (SNC, n.º 5).

Sobre a história e o sentido do jubileu, bem como das expressões de fé que lhe estão associadas (Peregrinação, Porta santa, Reconciliação, Oração, Liturgia, Profissão de fé, Indulgência) pode consultar-se um breve resumo no site oficial do jubileu. Não faltarão contributos nesse sentido.

Como Peregrinos de esperança, não devemos apenas esperar e desejar a esperança. “Devemos organizar a esperança” (Dom Tonino Bello). Para tal, sejamos proativos, organizemo-la, ponhamo-la em prática. Precisamos de ser sinais palpáveis de esperança, para o bem de todos.

O Papa Francisco, na Bula de proclamação do Jubileu, enumera oito grupos ou realidades, aos quais importa oferecer sinais de esperança:

1) a paz para um mundo em guerra;

2) a valorização da vida, face à queda da natalidade;

3) os reclusos na sua justa expetativa da liberdade e confiança de reinserção na sociedade;

4) os doentes, que esperam alívio na proximidade dos outros;

5) os jovens e mais novos, que são a alegria e esperança da Igreja e do mundo;

6) os migrantes, exilados, deslocados e refugiados, a quem se devem abrir portas de acolhimento;

7) os idosos e avós com os quais é preciso fomentar uma aliança de gerações;

8) os milhões de pobres, num mundo dotado de grandes recursos (cf. SNC, n.ºs 7 a 15).

Como justamente afirmava o Concílio Vaticano II, «podemos legitimamente pensar que o destino futuro da humanidade está nas mãos daqueles que souberem dar às gerações vindouras razões de viver e de esperar» (GS, n.º 31).

  1. Tentações e caminhos para manter viva a esperança

Antes de encetar o novo ano pastoral, sob o lema da esperança, é necessário, porém, pôr-se de sobreaviso em relação a algumas tentações contra a esperança, no campo pessoal e pastoral: o pessimismo estéril; a nostalgia do passado; a tentação de amarrar o presente às nossas expetativas em vez de perceber a graça deste tempo, as suas oportunidades e desafios (cf. Pórtico a este PDP); o medo do futuro, que nos paralisa.  Se queremos reanimar a esperança (SNC, n.º 1), manter viva a chama da esperança – como reza o Hino do Jubileu –, procuremos percorrer estes três caminhos (cf. Papa Francisco, Saudação aos Jovens, Cuba, 20.09.2015):

  • um caminho feito de memória e discernimento;
  • um caminho feito em companhia e, por isso mesmo, um caminho sinodal;
  • e, por fim, um caminho solidário, capaz de congregar pessoas, cristãos e homens e mulheres de boa vontade, que sonham um mundo novo: «Com todos e para o bem de todos» (frase atribuída a José Martí, político cubano e que assumimos como parte do nosso lema pastoral).

 

III. OBJETIVOS PASTORAIS

Tendo em conta a centralidade pastoral da celebração do Jubileu de 2025, a conclusão dos vários triénios pastorais, os passos dados no caminho sinodal e a perspetiva de uma Igreja em saída, com todos e para o bem de todos, apontamos estes três objetivos pastorais para 2024-2025, sendo que, na prática, o segundo e o terceiro objetivos são desenvolvimentos do primeiro:

  1. Celebrar o Jubileu e reanimar a esperança.
  2. Intensificar o processo sinodal para desenhar a Igreja sinodal que Deus sonha para o Porto.
  3. Promover uma cultura do cuidado.

 

IV. CONCRETIZAÇÃO DOS OBJETIVOS PASTORAIS

Sempre que relemos os objetivos, linhas programáticas e ações pastorais, dos planos pastorais, apresentados em anos anteriores, percebemos obviamente que permanecem atuais (e serão de sempre!) e que alguns dos desafios não foram assumidos, tanto quanto seria desejável.  Não se trata agora de substituir um caderno de encargos pastorais por outro, até porque a Obra da Igreja é sempre a mesma: anunciar, celebrar e servir o Evangelho da Alegria e da Esperança.

Precisamos, todavia, de a planear melhor, de focalizar a nossa ação pastoral, a partir de objetivos e linhas programáticas mais precisas, como aquelas que apontámos e agora concretizamos em ações pastorais concretas.

Mesmo tendo consciência do caráter transversal de cada linha programática ou de cada ação pastoral, optamos aqui por um enquadramento das propostas de ação, dentro de um determinado objetivo, para facilitar a perceção do seu alcance pastoral.

 

1.º Objetivo Pastoral:

Celebrar o Jubileu e reanimar a esperança

Três documentos fundamentais, permitem-nos apontar algumas ações pastorais muito concretas, no âmbito do primeiro objetivo:

  1. A Carta do Papa Francisco ao Arcebispo Rino Fisichela, Presidente do atual Dicastério para a Evangelização, em 11 de fevereiro de 2022. Basicamente, o Papa Francisco pede-nos que o Jubileu seja ocasião para manter acesa a chama da esperança; pede-nos que se escute a voz dos pobres e o grito da Terra, nossa Casa Comum. Pede-nos ainda que se intensifique o empenho sinodal; por fim, realça a importância de preparar o Jubileu com uma autêntica ‘sinfonia de oração’, o que viria a concretizar ao proclamar em janeiro deste ano, 2024 como Ano da Oração.
  2. A Bula de Proclamação do Jubileu, Spes non confundit («A esperança não engana» – cf. Rm 5,5). Nesta Bula, o Papa Francisco oferece-nos uma palavra de esperança e uma catequese sobre a escatologia cristã, isto é, sobre a vida e a morte, sobre o juízo e a vida eterna; propõe-nos a peregrinação como caminho de esperança; desafia-nos a ser sinais palpáveis de esperança em oito âmbitos concretos; deixa alguns apelos mundiais em favor da esperança (por exemplo, a criação de um Fundo Global, para a acabar com a fome; o perdão das dívidas aos países pobres); apresenta-nos a indulgência jubilar como expressão da plenitude do perdão de Deus. A Bula, depois de nova incursão sobre a temática da esperança, conclui com uma referência a Maria, como Testemunha da esperança.
  3. Por fim, a publicação do Documento sobre a Concessão da Indulgência durante o Jubileu de 2025, onde se apresentam algumas novas formas de penitência e de caridade, ligadas à concessão da indulgência.

Assim, boa parte das ações pastorais propostas, para a concretização deste primeiro objetivo, são inspiradas nos documentos acima referidos.

AÇÕES PASTORAIS: CELEBRAR O JUBILEU

  1. Preparar o Jubileu com uma grande sinfonia de oração: dedicar o último trimestre do ano de 2024, a uma grande «sinfonia» de oração.
  2. Valorizar, ao longo de todo o ano jubilar, a Oração como escola (SS, n.º 32-34) e como primeira força da esperança (cf. Papa Francisco, Audiência Geral, 20.05.2020). Promover tempos, experiências e verdadeiras escolas de oração (a Eucaristia, a Liturgia das Horas, a oração de Taizé, a oração do Rosário, a Adoração eucarística, a Lectio divina e outras formas desenvolvidas pelas diversas correntes espirituais cristãs).
  3. Fazer nossa a oração dos pobres e rezar com eles (cf. Papa Francisco, Mensagem para o 8.º Dia Mundial dos Pobres).
  4. Assinalar alguns Jubileus especiais (inspirados no Calendário Geral), seja a nível diocesano, ou por regiões pastorais, ou por vigararias, ou nas (entre) paróquias, fortalecendo o sentido comunitário, promovendo uma verdadeira experiência de comunhão e uma cultura do encontro.
  5. Fortalecer e acompanhar pastoralmente as iniciativas de peregrinação (cf. SNC, n.º 5) e as visitas de estudo ou turísticas ao património religioso. A peregrinação reproduz a condição do homem, que gosta de descrever a sua própria existência como um caminho. A Sagrada Escritura testemunha muitas vezes o valor de pôr-se a caminho dos lugares santos; também Jesus foi peregrino da cidade santa de Jerusalém. A peregrinação lembra o caminho pessoal do crente seguindo as pegadas do Redentor: é um exercício de ascese ativa, de arrependimento, de arrependimento das faltas, de vigilância constante sobre a própria fragilidade, de preparação interior para a conversão do coração (IM, n.º 7).
  6. Fazer com que as Igrejas jubilares e Santuários se tornem “lugares sagrados de acolhimento e espaços privilegiados para gerar a esperança” (SNC, n.º 24). Cuidar especialmente do acolhimento (cf. SNC, n.º 25), do acompanhamento espiritual mais atento, da oferta de propostas de oração e de celebração, que não se limitem à celebração da Eucaristia, mas se alarguem a iniciativas culturais de qualidade.
  7. Descobrir e celebrar a beleza do Sacramento da Penitência ou Reconciliação (cf. SNC, n.º 23), como Sacramento da cura e da alegria (cf. SNC, n.º 23; n.º 5).
  8. Oferecer com generosa disponibilidade e dedicação a mais ampla possibilidade de os fiéis usufruírem dos meios da salvação, adotando e publicando horários para as Confissões, de acordo com os párocos ou os reitores das igrejas vizinhas, estando presentes no confessionário, programando celebrações penitenciais de forma fixa e frequente, oferecendo também a mais ampla disponibilidade de sacerdotes que, por terem atingido limite de idade, não tenham encargos pastorais definidos.
  9. Viver a conversão, compreender e acolher o dom da indulgência (cumprindo as condições requeridas pela Igreja), como expressão plena da misericórdia e do perdão de Deus. Pela indulgência é concedida ao pecador arrependido a remissão da pena temporal devida pelos seus pecados, já perdoados quanto à culpa. O crente tem consciência de que, por si mesmo, é incapaz de reparar as consequências do mal causado a si e aos outros; o crente deve ter consciência de que é salvo pelo excesso do amor superabundante de Cristo, que se revela na vida santa de tantos irmãs e irmãs, como um “saldo de amor”, de que todos, na comunhão dos santos, podemos beneficiar (cf. IM, n.º 9).
  10. Organizar as celebrações diocesanas do Jubileu, em pareceria e cooperação (Secretariados Diocesanos, Associações, Movimentos e Obras), potenciando e desenvolvendo, de forma criativa, uma pastoral por projetos, em detrimento de uma pastoral por setores.
  11. Aproveitar as diversas celebrações jubilares para reforçar a relação entre a Igreja e o mundo (associações, instituições, profissões, escola, cultura, trabalho etc), na perspetiva de uma cultura do encontro e de uma Igreja em saída.
  12. Organizar uma Peregrinação Jubilar Diocesana a Fátima (20 de setembro de 2025).
  13. Celebrar, de forma ecuménica, o 17.º Centenário do Primeiro Concílio de Niceia no ano 325 (cf. SNC, n.º 17).
  14. Cultivar a via da beleza e das diversas correntes da espiritualidade cristã, como caminhos de acesso à experiência de Deus.
  15. Recuperar o sentido da fraternidade universal, com ações concretas de solidariedade e partilha, por exemplo, reforçando o Fundo Social Diocesano, à semelhança da proposta do Papa Francisco para a criação de um Fundo Global (cf. SNC, n.º 16).
  16. Deixar uma marca, um sinal, uma iniciativa, uma obra, de promoção da dignidade humana (SNC, n.º 25) que perpetue a memória da celebração deste Jubileu, com especial relevância no âmbito do Cuidado da Casa Comum (a nível diocesano, vicarial e paroquial).

 

AÇÕES PASTORAIS: REANIMAR A ESPERANÇA

  1. Valorizar, reconhecer, oferecer e alimentar os sinais de esperança, no mundo, na Igreja, nas pessoas, através de opções quotidianas, que nos façam sair ao encontro dos mais pobres, nos comprometam com o bem comum e fortaleçam o sentido do comunitário.
  2. Impulsionar iniciativas pastorais e sociais para os jovens e sobretudo com os jovens, para que a sua esperança não seja frustrada e eles se possam envolver e comprometer no futuro que esperam (cf. SNC, n.º 12).
  3. Escolher um estilo de vida baseado na esperança. Por exemplo, compartilhar cada dia, nas redes sociais, uma palavra, um gesto, um sinal, uma notícia de esperança.
  4. Proporcionar catequeses sobre a virtude teologal da esperança (cf. SNC 18;1-4; 18-22) e sobre as razões da esperança (aqui «esperança» equivale a «fé»; cf. SS, n.º 2).
  5. No âmbito da Catequese, da pregação e da formação permanente, refletir sobre o Juízo, como lugar de aprendizagem e exercício da esperança (cf. SNC, n.º 22; cf. SS, n.º 48). Oferecer um anúncio renovado do futuro eterno da pessoa humana, propondo a dimensão escatológica da vida cristã (cf. SNC 18-22), em linguagem acessível e atual, nomeadamente nas celebrações exequiais.
  6. Cuidar por valorizar os espaços e tempos de velório, por qualificar liturgicamente as celebrações exequiais, por acompanhar as pessoas em situações de luto. Fazer germinar a esperança, no meio da dor e do sofrimento, do luto, com a proximidade e a compaixão, que leva à ternura.
  7. Realizar as obras de misericórdia, corporais e espirituais, como obras de esperança (cf. SNC, 11). Devolver a esperança perdida, por causa da injustiça, do sofrimento e da precariedade da vida. Que a esperança dos pobres não seja frustrada.
  8. Cuidar da formação dos cuidadores formais e informais, MEC’s, vicentinos, visitadores de doentes, voluntários sociais, que são a expressão de uma verdadeira Pastoral da Esperança.
  9. Promover uma aliança social em prol da esperança (SNC, n.º 9), de modo a promover uma cultura da vida e da família, favorável ao aumento da natalidade.
  10. Lutar por uma aliança entre os habitantes da Terra e a Casa comum, que devemos salvaguardar e respeitar; uma aliança geradora de paz, justiça e aceitação entre todos os povos da família humana, bem como de diálogo entre as religiões.
  11. Fazer da educação um ato de esperança e educar para a esperança, numa aliança entre todas as componentes da pessoa: entre estudo e vida; entre gerações (SNC, n.º 14); entre professores, estudantes, famílias e sociedade civil, de acordo com as suas expressões intelectuais, científicas, artísticas, desportivas, políticas, empreendedoras e solidárias.
  12. Assumir, no campo educativo, o compromisso pessoal e comunitário de cultivar, juntos, o sonho dum humanismo solidário, que corresponda à dignidade infinita da pessoa humana, às suas legítimas expetativas e ao desígnio de Deus.

 

2.º OBJETIVO:

INTENSIFICAR O PROCESSO SINODAL

PARA DESENHAR A IGREJA SINODAL QUE DEUS SONHA PARA O PORTO

Diz o Papa Francisco, na Bula de proclamação do Jubileu: “O Ano Jubilar poderá ser uma importante oportunidade para tornar concreto este modo sinodal, que hoje a comunidade cristã sente como expressão cada vez mais necessária para melhor corresponder à urgência da evangelização: todos os batizados, cada qual com o próprio carisma e ministério, se sintam corresponsáveis pela mesma a fim de que muitos sinais de esperança deem testemunho da presença de Deus no mundo” (SNC 17).

Por isso, propomos como objetivo intensificar o processo sinodal, promovendo uma reflexão diocesana, que recolha os contributos do processo sinodal já desenvolvido e clarifique e concretize os caminhos da Igreja Diocesana, no pós-Jubileu.

  1. Que Igreja se espera? Para onde iremos? Que Igreja Deus espera (sonha)? Que Igreja esperamos (desejamos)? Pôr-se à escuta (de Deus e escuta dos outros), para discernir o que o Espírito diz à Igreja do Porto e decidir segundo a vontade de Deus.
  2. Como fazer o caminho? Como intensificar este caminho sinodal?

2.1. Em companhia: sempre juntos, como companheiros do caminho, equipados com uma esperança, que nos abra a uma participação sincera e nos forme no que significa e implica a sinodalidade.

2.2. Valorizando as instâncias de corresponsabilidade pastoral, de modo que os processos de decisão sejam fruto de uma escuta permanente.

2.3. Valorizando os carismas e ministérios, em função das reais necessidades pastorais, para uma Igreja mais ministerial, não apenas nos âmbitos da pastoral profética e litúrgica, mas também nas diversas áreas da pastoral sociocaritativa, de modo que “todos os batizados, cada qual com o próprio carisma e ministério, se sintam corresponsáveis pela mesma a fim de que muitos sinais de esperança deem testemunho da presença de Deus no mundo” (SNC, n.º 17).

2.4. De modo realista: com mente clarividente, reconhecendo que a realidade é superior à ideia, praticando a arte do discernimento comunitário, valendo-nos para isso do método da «conversação no Espírito», proposto pelo Papa Francisco, na Carta aos Párocos, em 2.05.2024.

2.5. De modo criativo: com audácia e criatividade, com o espírito aberto às surpresas de Deus e à novidade do Espírito; com fidelidade criativa face aos novos desafios, para construir tempos novos; com a participação, energia e ousadia profética dos jovens.

2.6. De modo alegre e positivo: com coração confiante na graça de Deus, com a alegria do evangelho e de evangelizar, com a esperança, que não engana, com um anúncio que transforma a vida. Sempre alegres na esperança.

2.7. Em sintonia com os caminhos abertos pelas duas assembleias do Sínodo sobre a sinodalidade.

2.8. De modo concreto: atuar com mais paixão, generosidade e valentia.

 

AÇÕES PASTORAIS:

INTENSIFICAR O PROCESSO SINODAL.

DESENHAR A IGREJA SINODAL QUE DEUS QUER PARA O PORTO

  1. Continuar o caminho sinodal, a nível paroquial, vicarial e diocesano, dando conteúdo e aprofundando o exercício da sinodalidade, como forma de ser e de agir da Igreja.
  2. Aprender e pôr em prática a arte do discernimento comunitário, valendo-nos, para isso, do método da «conversação no Espírito» (cf. Papa Francisco, Carta aos Párocos, 2.05.2024).
  3. Valorizar continuamente os espaços informais e institucionais de acolhimento, de escuta, de diálogo, de participação ativa no processo de discernimento e na tomada de decisões pastorais.
  4. Criar espaços de diálogo, tais como assembleias paroquiais, e assumir a exigência dos conselhos paroquiais pastorais, como instâncias de discernimento para a missão.
  5. Instituir, recriar, reativar, renovar os diversos Conselhos: Conselho Paroquial ou Interparoquial de Pastoral, Conselho para os Assuntos Económicos, Conselho Vicarial de Pastoral e as demais instâncias organizadas da corresponsabilidade pastoral, ao nível diocesano, vicarial, paroquial ou interparoquial, de modo a criar dinamismos comuns e a otimizar iniciativas e recursos humanos e pastorais.
  6. Valorizar a iniciativa Porto, que procuras envolvendo os jovens neste processo de escuta, para que contribuam para a projeção e realização do sonho de Deus para a Igreja do Porto.
  7. Incluir as mulheres nas instâncias de consulta e decisão, nomeadamente nos conselhos pastorais e económicos, procurando a paridade e reconhecendo o seu contributo fundamental na vida da Igreja e da sociedade.
  8. Garantir estabilidade aos dinamismos interparoquiais em curso, no processo de nomeações presbiterais.
  9. Reconhecer virtudes e repensar os limites do conceito territorial de Paróquia.
  10. Descentralizar as ações da pastoral diocesana, tendo em conta as periferias da Diocese.
  11. Redefinir o campo de ação dos Secretariados Diocesanos e prosseguir o esforço do trabalho pastoral colaborativo entre eles, em função de um projeto comum, integrando o contributo dos Movimentos, Obras e Associações.
  12. Relançar a intervenção dos Movimentos, Instituições e Associações ligados ao mundo do trabalho e valorizar a intervenção dos leigos na relação da Igreja com o mundo.
  13. Amadurecer as dinâmicas de cooperação entre a Diocese, as instituições de vida consagrada e os Movimentos e Obras.

 

AÇÕES PASTORAIS PARA UMA IGREJA MAIS MINISTERIAL

(cf. Nota Pastoral, Ministérios instituídos na Igreja do Porto, 29.05.2023).

  1. Potenciar e a cooperação entre leigos e ministros ordenados, promovendo a vocação e missão dos leigos e/no trabalho interparoquial, diminuindo assim a sobrecarga pastoral de muitos párocos.
  2. Formar, selecionar e instituir alguns fiéis nos ministérios laicais de leitor, acólito e catequista, para o serviço das Paróquias e Vigararias.
  3. Promover a formação dos leigos, que os capacite não apenas para o desempenho de ministérios instituídos no campo da liturgia e da profecia, mas também para a sua ação missionária no mundo.
  4. Discernir a oportunidade, a necessidade, a modalidade e a formação de outros ministérios laicais, alargando algumas das suas competências às diversas áreas da escuta e do acompanhamento das famílias, dos sós, dos idosos e pessoas com deficiência.
  5. Criar grupos pastorais, de acordo com as necessidades locais emergentes (turismo, cuidado da casa comum, imigração, sem-abrigo, famílias enlutadas, toxicodependência e outras adições, infoexclusão, etc.).
  6. Valorizar a caridade, nas suas formas institucionais de cooperação com o Estado, sem esquecer a caridade, como virtude teologal e atitude pessoal.
  7. Valorizar criteriosamente a Pastoral Digital, tendo em conta as suas potencialidades e riscos.
  8. Melhorar a comunicação, com melhores competências, no uso das novas tecnologias de comunicação.
  9. Qualificar a presença e a comunicação social da Igreja, habitar o mundo digital como meio, lugar e destinatário da evangelização, promovendo as especiais competências dos jovens.
  10. Viver o testemunho e a missão para lá do espaço eclesial. Não perder o sentido de uma Igreja em saída, em missão permanente.

 

3.º OBJETIVO:

PROMOVER UMA CULTURA DO CUIDADO

Mantemos este objetivo no nosso Plano Diocesano de Pastoral, de há uns anos a esta parte, porque percebemos que este cuidado faz parte da missão pessoal de todos os batizados e da missão pastoral da Igreja, que não pode negligenciar esta importante dimensão da Caridade, tal como a da Profecia e a da Liturgia. A natureza íntima da Igreja exprime-se neste tríplice dever (cf. DCE, n.º 25).

Neste ano jubilar em que somos desafiados a oferecer aos mais pobres e frágeis, razões e sinais palpáveis de esperança, importa descobrir o agir concreto da caridade e o mundo do sofrimento, como lugares e exercícios de aprendizagem da esperança (cf. SS n.ºs 35-40).

Queremos promover, na peugada de Cristo, o Bom Samaritano, uma ética e uma cultura do cuidado, especialmente em alguns âmbitos:

  1. O cuidado da vida humana, em todas as suas fases. O cuidado de si mesmo e o respeito pela dignidade infinita de cada pessoa requerem uma atenção amorosa às diversas expressões da fragilidade humana: aos pobres, aos reclusos, aos doentes, aos idosos, aos migrantes, às pessoas com deficiência (cf. SNC n.ºs 11;13;14;15) etc. Para melhor cuidar, importa potenciar o trabalho em rede, também nos diversos âmbitos da pastoral (pastoral sociocaritativa, pastoral da saúde, pastoral penitenciária, pastoral das migrações, serviço pastoral de apoio à pessoa com deficiência, etc.).
  2. A resposta e o combate sem tréguas à crise dos abusos sexuais, para reencontrar a confiança necessária, tanto na Igreja como na sociedade (cf. SNC, n.º 25).
  3. O cuidado da nossa Casa Comum (cf. SNC, n.º 25), como expressão essencial da fé em Deus e da obediência à Sua vontade, como peregrinos na terra onde o Senhor nos colocou para a cultivar e guardar.

 

AÇÕES PASTORAIS PARA UMA CULTURA DO CUIDADO

  1. Valorizar o repouso sabático, como o Senhor e no Senhor, com vista não só a fazer memória gozosa e agradecida dos dons oferecidos por Deus na obra da Sua Criação, mas também a fazer memória viva da libertação oferecida por Deus ao seu povo e, definitivamente, em Jesus Cristo. Cultivar tal repouso festivo é uma forma do cuidado de si e dos outros, protegendo a pessoa humana do risco do stress, do burnout, da escravatura e da idolatria do trabalho, do consumo e da produção. Esta componente do repouso tem um especial significado, no contexto e nas tradições bíblicas, associadas ao Ano Jubilar.
  2. Promover a descoberta e a celebração do Domingo, não só como o Dia do Senhor e o senhor dos dias, não só como o Dia de Cristo e o Dia da Igreja peregrina, mas também como o Dia do Homem, isto é, o dia da pessoa humana, cuja dignidade infinita requer tanto o descanso do corpo como o repouso da alma, que os cristãos vivem na esperança do domingo sem ocaso. Este é o Dia propício à celebração gozosa, esperançosa e festiva da vida, Dia destinado ao encontro comunitário, ao convívio social e familiar, à experiência da alegria e à saída de si mesmo, em formas de presença e ação solidárias. A vivência da Eucaristia, coração do domingo, “difunde a sua luz sobre a semana inteira e encoraja-nos a assumir o cuidado da natureza e dos pobres” (LS, n.º 236).
  3. Sair ao encontro dos mais pobres, sem esperar que nos batam à porta. Encorajar a prática mais frequente das obras de penitência, de caridade ou de misericórdia, como obras de esperança, principalmente ao serviço daqueles irmãos que se encontram oprimidos por diversas necessidades.
  4. Comprometer-se com o bem comum, procurando mais o cuidado dos outros do que o bem-estar individual.
  5. Apoiar obras, de caráter religioso ou social, especialmente em favor da defesa e da proteção da vida em todas as suas fases e da própria qualidade de vida, das crianças abandonadas, dos jovens em dificuldade, dos idosos necessitados ou sós, dos migrantes” (cf. SNC, n.º 13).
  6. Apoiar e estimular as diversas formas de voluntariado social, cultural e religioso, valorizando o entusiasmo juvenil.
  7. Desafiar os fiéis a dedicar uma parte proporcional do próprio tempo livre a atividades de voluntariado, que sejam de interesse para a comunidade, ou a outras formas semelhantes de empenho pessoal.
  8. Acolher, acompanhar, estimular, apoiar os cuidadores formais ou informais, porque o cuidador precisa de se cuidar para poder cuidar; o cuidador precisa de cultivar também ele uma certa forma de autocompaixão.
  9. Continuar a constituir e a formar Equipas Paroquiais ou Vicariais de Pastoral da Saúde.
  10. Evangelizar os idosos, com a família, acompanhando os diversos mundos da solidão, envolvendo nesta pastoral dos idosos e dos frágeis, além dos Ministros Extraordinários da Comunhão, os Visitadores de Doentes e os Vicentinos, as Associações, as Irmandades, as Confrarias, as IPSS, as instituições sociais em campo, com as quais se deve trabalhar em rede.
  11. Reforçar e sensibilizar, na Igreja e na sociedade, o cuidado, proteção e acompanhamento dos mais pequeninos e frágeis, através de ações formativas e da adoção de boas práticas, com vista a comunidades cuidadoras, sãs e seguras.
  12. Promover, dentro da Igreja e à sua volta, uma ampla cultura do cuidado e da proteção de menores e adultos vulneráveis, através de ações de sensibilização, de formação e da implementação de boas práticas, com vista à consolidação de comunidades cuidadoras, sãs e seguras.
  13. Promover ações de sensibilização e práticas concretas, que se tornem expressão de uma conversão ecológica e que se traduzam em opções de vida e de consumo, em escolhas amigas do ambiente, no respeito pela natureza, em hábitos de vida saudáveis, num estilo sóbrio de vida (cf. LS, n.º 211).
  14. Cuidar da Casa Comum porque cuidar do mundo que nos rodeia é cuidar de nós mesmos (cf. FT, n.º 17).
  15. Aderir à Plataforma de Ação Laudato Si’ que oferece à Igreja ferramentas e recursos rumo à sustentabilidade total, no espírito da ecologia integral. Este programa apoia os participantes a desenvolver Planos de Ação e ações concretas para proteger a Casa comum: criação de espaços verdes, separação de lixos, medidas de poupança e eficiência energética, adoção de energias alternativas etc.

 

V. MARIA, MÃE E TESTEMUNHA DA ESPERANÇA

Maria é a Mulher da esperança, a Mãe da esperança, a Estrela da Esperança. “A esperança encontra na Mãe de Deus a sua testemunha mais elevada” (SNC, n.º 24). No Calvário, firme numa esperança para além do que se podia esperar (Rm 4, 18), Maria não deixou apagar no seu coração a certeza da Ressurreição anunciada pelo seu Filho. É Ela que preenche o silêncio do Sábado Santo com uma amorosa expetativa cheia de esperança, incutindo nos discípulos a certeza de que Jesus venceria a morte e que o mal não seria a última palavra.  Ela ensina-nos a trazer dentro de nós Jesus, nossa alegria e nossa esperança, e a dá-l’O aos outros. Ela ensina-nos a confiança na graça de Deus.

Confiemos, pois, o ano jubilar, o caminho sinodal e toda a vida pastoral da nossa Igreja do Porto, a Maria, Nossa Senhora da Vandoma, Mãe da Esperança, sinal de esperança segura e de consolação para o seu peregrino (LG n.º 68; SNC, n.º 24).

Com essa confiança, podemos moldar o futuro da nossa Igreja. Retomando as palavras do Pórtico a este documento, o teólogo Karl Rahner deixou-nos uma esplêndida imagem do que isso significa: “A virtude da vida quotidiana é a esperança, na qual se faz o possível e se confia a Deus o impossível”.

A rota está traçada. Boa viagem.

Somos Igreja do Porto, peregrinos de esperança,

da esperança, que não engana (Rm 5,5).

 

Equipa de Apoio à Coordenação Diocesana da Pastoral

29 de junho de 2024

 

VI. CALENDÁRIO DIOCESANO EM ANO JUBILAR

Nota prévia: Este calendário, atualizado com informação disponível em 30 de junho de 2024, está necessariamente incompleto, pelo facto de se esperar programação pastoral ainda não calendarizada. Aqui destacamos as datas das celebrações e das iniciativas jubilares e pastorais de maior significado diocesano. As outras iniciativas terão oportunamente a sua divulgação nos órgãos de informação diocesanos e nas redes sociais dos vários organismos eclesiais.

Julho 2024

28 – 4.º Dia Mundial dos Avós e Idosos (4.º domingo de julho), sob o tema: «Na velhice, não me abandones» (cf. Sal 71, 9).

Setembro 2024

1 – Jornada de Oração pelo Cuidado da Criação. Início do Tempo da Criação (de 1 de setembro a 4 de outubro), este ano, com o tema “Esperançar e agir com a Criação” (cf. Rm. 8,19-25)

9 – Dia da Dedicação da Igreja Catedral | Celebração | Igreja Catedral | 19h00

11 – Missa de sufrágio pelos bispos, presbíteros e diáconos falecidos | Igreja Catedral | 19h00

16 – Conselho Diocesano da Pastoral Universitária | SDPU

16 a 27 – Jornadas Catequéticas – via online | SDEC

21 – Jornadas Catequéticas – modo presencial | CDV | SDEC

22 – Jornadas Missionárias | SDPM | Fátima

25 – Reunião de Vigários | Seminário do Bom Pastor

28 – Dia de Formação da IAM | SDPM | Cucujães.

28 – Encontro de Professores de EMRC: “EMRC, sinal de Esperança no mundo educativo” | SDEMRC | CDV

29 – Dia Mundial do Migrante e Refugiado | SDPMT

 

Nota: De setembro a julho, Oração de Taizé, na Igreja do Seminário de Vilar, na terceira quarta-feira de cada mês, às 21h30 | SDPJ

 

Outubro 2024

1 a 31– Mês Missionário. Tema: Ide e convidai a todos para o banquete (cf. Mt 22,9). Focalizar a importância da Oração diária do Rosário, em todas as Paróquias e da Oração nas famílias.

2 – CIMTou a abrir – Abertura do ano da Pastoral Universitária | SDPU

4 – Conclusão da celebração e vivência do Tempo da Criação (iniciado a 1 de setembro)

5 – Acolitíadas – SDA | SDL | Local a designar

5 – Formação de novos MEC 2024 (Retiro) – 09h30-12h30 | CDV | SDL

5 – Ora arranca! | 21h30 | Igreja Catedral | SDPJ

6 – Celebração da designação de novos MEC | Igreja Catedral | 15h00 | SDL

9 – Formação permanente de MEC | 21h30-23h00 | S. Par. de S. M. Infesta, Matosinhos | SDL |

9 – CIMTou a celebrar – início das missas semanais no CIMT (quartas-feiras, 19h30) | SDPU

11 – Nossa Senhora da Vandoma | Celebração | Igreja Catedral | 21h30

12 – Formação para Animadores e Coordenadores de Grupos com Jovens | 09h30 – 13h00 | São João da Madeira | Destinatários: Vigararias de Arouca – Vale Cambra e São João da Madeira -Oliveira de Azeméis | SDPJ

13 – Formação permanente de MEC | 15h00-16h30 | CDV | SDL

13 a 20 – Semana de Oração pelas Missões

15 a 22 – Semana de Oração pelas Missões

15 –Formação permanente de MEC | 21h30-23h00 | C.º Paroq. de S. João da Madeira |

16 –Formação permanente de MEC | 21h30-23h00 | Auditório Claret | Carvalhos, Gaia | SDL

16 – Conselho Presbiteral

18 – Vigília Missionária em toda a Diocese. Vigília Diocesana na Igreja Nova de Freamunde, com testemunhos | SDPM

19 – Pré-Seminário | SBP | SDPV

19 – Conselho Diocesano de Pastoral | CDV

19 a 20 – De Lisboa 2023 a Roma 2025 – Encontro Nacional da Juventude | Lisboa | SNPJ

20 – 98.º Dia Mundial das Missões | Tema: Ide e convidai a todos para o banquete (cf. Mt 22,9)

20 – Formação permanente de MEC | 15h00-16h30 | Centro Pastoral de Amarante | SDL

22 – Formação permanente de MEC | 21h00-22h30 | Colégio de Santa Teresa, Santo Tirso | SDL

26 – 26 Out. 2024 – Formação para Animadores e Coordenadores de Grupos com Jovens | 09h30 – 13h00 | Espinho | Destinatários:  Vigararias de Santa Maria da Feira e Espinho – Ovar | SDPJ

27 – Formação permanente de MEC | 15h00-16h30 | Igreja Matriz de Bustelo, Penafiel | SDL

 

Novembro 2024

3 a 10 – Semana de Oração pelos Seminários | SDPV

9 – Formação para Animadores e Coordenadores de Grupos com Jovens | 09h30 – 13h00 | Baião | Destinatários: Vigararias Marco de Canaveses, Baião e Amarante

9 – Conselho Diocesano da Pastoral Juvenil | 10h00 – 17h00 | CDV | SDPJ

14 – Encontro de reflexão de Advento e Natal – Movimento de Educadores Católicos

16 – Pré-Seminário | SBP | SDPV

17 – 8.º Dia Mundial dos Pobres. Tema: A oração do pobre eleva-se até Deus (cf. Sir 21, 5)

18 a 22 – Retiro do Clero (1.º turno)

20 – Encontro com os assessores vicariais das missões | SDPM | Casa dos Missionários da Consolata

23 – Dia Diocesano da Juventude – SDPJ | Vigararia de Santos Tirso | SDPJ

24 – 29.ª Jornada Mundial da Juventude – Sé do Porto – SDPJ | Igreja Catedral | 11h00

24 – Solenidade de Cristo Rei e Senhor do Universo | Celebração | Igreja Catedral | 11h00

27 – Reunião de Vigários | Seminário do Bom Pastor

 

Dezembro 2024

1 – Domingo I do Advento – Ano litúrgico C

1 – Instituição de ministérios | Celebração | Igreja Catedral | 16h00

3 – Recoleção de Advento com o clero | 10h00

8 – Solenidade da Imaculada Conceição

8 – Ordenações diaconais | Celebração | Igreja Catedral | 16h00

14 – Encontro à volta do Natal | SDPMT – Local a designar

14 – Formação para Animadores e Coordenadores de Grupos com Jovens | 09h30 – 13h00 | Lousada | Destinatários: Vigararias de Felgueiras, Paços Ferreira e Lousada | SDPJ

18 – CIMTou preparar o Natal – Missa do Parto | SDPU

21 – Pré-Seminário | SBP | SDPV

25 – Solenidade do Natal do Senhor | Celebração | Igreja Catedral | 11h00

28 a 1 Janeiro – Peregrinação da Confiança Taizé (Tallinn, Estónia) | SDPJ

29 – Festa da Sagrada Família

29 – Abertura da Porta Santa – Igreja Catedral do Porto | 16h00

 

Janeiro 2025

1 – Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus | 58.º Dia Mundial da Paz | Celebração | Igreja Catedral | 11h00

5 – Solenidade da Epifania do Senhor

5 – Dia da Infância Missionária | SDPM

10 – Celebração do dia do Padroeiro do Colégio Diocesano de Santa Rita

11 – Formação para Animadores e Coordenadores de Grupos com Jovens | 09h30 – 13h00 | Penafiel | Destinatários: Vigararias Paredes e Castelo de Paiva-Penafiel | SDPJ

12 – Festa do Batismo do Senhor

13 – Conselho Diocesano da Pastoral Universitária | SDPU

13 a 17 – Retiro do clero (2.º turno)

18 – Pré-Seminário | SBP | SDPV

25 – Formação para Animadores e Coordenadores de Grupos com Jovens | 09h30 – 13h00 | Gaia Norte | Destinatários: Vigararias Gaia Norte, Gaia Sul, Porto Nascente e Porto

Poente | SDPJ

26 – Domingo da Palavra de Deus (III Domingo Comum C)

26 – Jubileu dos Leitores | SDL | Local a designar

29 – Reunião de Vigários | Seminário do Bom Pastor

 

Fevereiro 2025

1 – Conselho Diocesano da Pastoral Juvenil | 10h00-17h00 | CDV | SDPJ

2 – 29.º Dia Mundial de Oração pela Vida Consagrada | Celebração | Igreja Catedral | 11h00

8 – Pré-Seminário | SBP | SDPV

8 – Formação para Animadores e Coordenadores de Grupos com Jovens | 09h30 – 13h00 | Valongo | Destinatários: Vigararias Matosinhos, Maia, Valongo e Gondomar | SDPJ

9 – Formação permanente de MEC | 15h00-16h30 | CDV | SDL

11– Formação permanente de MEC | 21h30-23h00 | C.º Paroq. de S. João da Madeira | SDL

11 – 33.º Dia Mundial do Doente | SDPS | SPPCD

12 – Conselho Presbiteral

12 –Formação permanente de MEC | 21h30-23h00 | Auditório Claret | Carvalhos, Gaia | SDL

15 – Conselho Diocesano de Pastoral | CDV

16 – Formação permanente de MEC | 15h00-16h30 | Igreja Matriz de Bustelo, Penafiel | SDL

18 – Formação permanente de MEC | 21h00-22h30 | Colégio de Santa Teresa, Santo Tirso | SDL

19 – Formação permanente de MEC | 21h30-23h00 | S. Par. de S. M. Infesta, Matosinhos | SDL

23 – Formação Permanente dos MEC | 15h00-16h30 | Centro Pastoral de Amarante | SDL

22 – Formação para Animadores e Coordenadores de Grupos com Jovens | 09h30 – 13h00 | Trofa | Destinatários: Vigararias Trofa – Vila do Conde e Santo Tirso | SDPJ

22 a 23 – Dia Diocesano da IAM

 

Março 2025

1 – Formação com as EVM, assessores vicariais das missões e todos os animadores missionários | SDPM | Casa dos Missionário Combonianos

1 – Pré-Seminário | SBP | SDPV

5 – Quarta-Feira de Cinzas | Celebração | Igreja Catedral | 21h30

5 – CIMTou na Quaresma | Noite de Cinzas | SDPU

8 – Jubileu das Prisões

9 – Domingo I da Quaresma

13 – Te Deum – 12.º aniversário da eleição do Papa | Igreja Catedral | 19h00

18 – Recoleção da Quaresma com o Clero | 10h00

18 – Entre santos. Encontro anual das Equipas dos Centros Universitários | SDPU

22 – Encontro de professores de EMRC. Tema: Pacto Educativo Global para a edificação de uma Casa Comum | SDEMRC | CDV

26 – Reunião de Vigários | Seminário do Bom Pastor

28 e 29 de março – Iniciativa 24 horas para o Senhor

 

Abril 2025

5 – Encontro de reflexão de Quaresma e Páscoa | Movimento de Educadores Católicos

7 – Conselho Diocesano da Pastoral Universitária | SDPU

9 – Via Sacra | SDPU

13 – Domingo de Ramos na Paixão do Senhor | Celebração | Igreja Catedral | 11h00

15 – Celebração Penitencial | Igreja Catedral | 21h30

17 – Quinta-Feira Santa | 10h00: Celebração da Missa Crismal | 17h30: Celebração da Missa da Ceia do Senhor | Igreja Catedral

18 – Sexta-Feira Santa | Ofício de Leituras e Laudes | Igreja Catedral

18 – Sexta-Feira Santa | Celebração da Paixão do Senhor | Igreja Catedral | 15h00

19 – Sábado Santo | Ofício de Leituras e Laudes | Igreja Catedral | 10h00

19 – Noite de Páscoa | Celebração da Vigília Pascal | Igreja Catedral | 21h30

20 – Domingo de Páscoa da Ressurreição do Senhor | Celebração | Igreja Catedral | 11h00

25 – Jubileu das Vocações | SDPV | SDPJ | SDPF | Local a designar

27 – Domingo II da Páscoa ou da Divina Misericórdia

29 – Encontro com os assessores vicariais das missões | SDPM | Casa dos Claretianos

 

Maio 2025

1 – Peregrinação Nacional de Acólitos a Fátima

4 – CIMTou em festa. Eucaristia com bênção das pastas | Jubileu do mundo universitário | SDPU | Av. Aliados, Porto

4 a 11 – Semana de Oração pelas Vocações | SDPV

9 – Oração Ecuménica no Dia da Europa | Igreja de Cedofeita | Comissão Ecuménica e Juntos pela Europa

10 – Conselho Diocesano da Pastoral Juvenil | 10h00 – 17h00 | CDV | SDPJ

11 – Domingo do Bom Pastor | 62.º Dia Mundial de Oração pelas Vocações – SDPV

14 – Conselho Presbiteral

16 a 17 – Caminhada da Fé – Região Pastoral Nascente | 21h00 – 8h00 | Vigararia de Castelo de Paiva e Penafiel | SDPJ

16 – 21.º Encontro Diocesano de Alunos de EMRC | SDEMRC

17 – Conselho Diocesano de Pastoral | CDV

17 – Pré-Seminário | SBP | SDPV

21 – Atividade Fim de Ano | SDPU

21 – Celebração do dia da Padroeira do Colégio Diocesano de Ermesinde – Santa Rita

24 – Jubileu da Catequese | SDECIA | SDPM | Locais a designar

24 – Comemoração do Dia Diocesano do Professor | Movimento de Educadores Católicos

25 – Festa das Missões. Envio missionário. Animação Missionária | SDPM | Casa dos Claretianos

28 – Reunião de Vigários | Seminário do Bom Pastor

29 – Jubileu do Movimento dos Cursilhos de Cristandade

31 – Formação inicial de novos MEC’s | CDV | todo o dia | SDL

 

Junho 2025

1 – Solenidade da Ascensão do Senhor | 59.º Dia Mundial das Comunicações Sociais

2 – Conselho Diocesano da Pastoral Universitária | SDPU

6 – Dia do Colégio Diocesano de Gaia

7 – Formação inicial de novos MEC’s | CDV | manhã | SDL

8 – Solenidade do Pentecostes | Celebração | Igreja Catedral | 11h00

13 a 14 – Caminhada da Fé – Região Pastoral Grande Porto e Norte | 21h00 – 8h00 | Vigararia de Valongo | SDPJ

14 – Jubileu dos Frágeis e do Mundo da Saúde | SDPS e SDPF | SDL | SPPCD – Pavilhão Multiusos Gondomar

15 – Solenidade da Santíssima Trindade

15 – Jubileu das Famílias – 24.º Dia Diocesano da Família | SDPF | Pavilhão Multiusos Gondomar

19 – Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo | Celebração | Igreja da Trindade | 11h00; Oração de Vésperas na Igreja da Trindade e saída da Procissão | 16h00

21- Encontro de professores de EMRC: Rumo ao Jubileu do mundo educativo | SDEMRC | CDV

21 – Pré-Seminário | SBP | SDPV

27 – Solenidade do S. Coração de Jesus | Celebração | Igreja do Bom Pastor, Ermesinde | 21h00

27 a 28 – Caminhada da Fé – Região Pastoral Sul | 21h00 – 8h00 | Vigararia de Arouca-Vale Cambra | SDPJ

 

Julho 2025

7 a 8 – Reunião de Vigários | Local a designar

13 – Ordenações diaconais e Presbiterais | Igreja Catedral | 16h00

27 – 5.º Dia Mundial dos Avós e Idosos (4.º domingo de julho)

 

Agosto 2025

Data a marcar | Curso de missiologia | SDPM | Fátima

 

Setembro 2025

20 – Peregrinação Diocesana a Fátima

28 – Jubileu dos Migrantes e Refugiados | SDPMT | Local a designar

 

Outubro 2025

4 – Formação inicial de novos MEC’s | CDV | todo o dia | SDL

5 – Celebração da designação de novos MEC | Igreja Catedral | 15h00 | SDL

5 – Jubileu dos Acólitos | SDA | Local a designar

17 e 19 – Jubileu do mundo missionário | SDPM | Local a designar

 

 

Novembro 2025

15 – Jubileu do mundo educativo | SDERMC | Local a designar

15 – Jubileu dos Pobres | Jubileu da Ação Social | SDPSC | Local a designar

22 e 23 – Jubileu dos Jovens | SDPJ

23 – Jubileu dos Coros litúrgicos e ministros da música | SDPML | Local a designar

 

 

Apêndice 1: Calendário Jubilar em Roma

 

Dezembro 2024

24 – Abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro

29 – Abertura da Porta Santa da Basílica de São João de Latrão

29 – Abertura Solene do Ano Jubilar nas Igrejas Locais

 

Janeiro 2025

1– Abertura da Porta Santa da Basílica de Santa Maria Maior

5 – Abertura da Porta Santa da Basílica de São Paulo Fora dos Muros

24 a 26 – Jubileu do Mundo das Comunicações

 

Fevereiro 2025

8 a 9 – Jubileu das Forças Armadas, Polícia e Segurança

16 a 18 – Celebração do Jubileu dos Artistas

21 a 23 – Celebração do Jubileu dos Diáconos

 

Março 2025

8 a 9 – Celebração do Jubileu do mundo do Voluntariado

 

Abril 2025

5 a 6 – Celebração do Jubileu do dos Enfermos e do mundo da Saúde

25 a 27 – Celebração do Jubileu dos Adolescentes

28 a 30 – Celebração do Jubileu das Pessoas com Deficiência

 

Maio 2025

1 a 4 – Celebração do Jubileu dos Trabalhadores |

4 a 5 – Celebração do Jubileu dos Empresários

16 a 18 – Celebração do Jubileu das Irmandades

24 a 25 – Celebração do Jubileu das Famílias, dos Avós e dos Idosos

 

Junho 2025

7 a 8 – Celebração do Jubileu dos Movimentos, Associações e novas comunidades

9 – Celebração do Jubileu da Santa Sé

14 a 15 – Celebração do Jubileu do Desporto

20 a 22 – Celebração do Jubileu dos governantes

23 e 24 – Celebração do Jubileu dos Seminaristas

25 – Celebração do Jubileu dos Bispos

25 a 27 – Celebração do Jubileu dos Sacerdotes

 

Julho 2025

28 de julho a 3 de agosto – Celebração do Jubileu dos Jovens

 

Setembro 2025

15 – Celebração da Consolação

20 – Celebração do Jubileu dos operadores de Justiça

26 a 28 – Celebração do Jubileu dos Catequistas

 

Outubro 2025

5 – Celebração do Jubileu dos Migrantes

8 a 9 – Celebração do Jubileu da Vida Consagrada

11 a 12 – Celebração do Jubileu da Espiritualidade Mariana

18 a 19– Celebração do Jubileu do Mundo Missionário

30 – Celebração do Jubileu do Mundo educativo

 

Novembro 2025

16 – Celebração do Jubileu dos Pobres

22 a 23– Celebração do Jubileu dos Coros

14 – Celebração do Jubileu dos Reclusos

 

Dezembro 2025

28 – Encerramento do Ano Santo, nas Igrejas particulares

Janeiro 2026

6 – Encerramento da Porta Santa da Basílica Papal de São Pedro

 

 

Apêndice 2: Igrejas de peregrinação jubilar na Diocese do Porto

 Na diocese do Porto, além da Igreja-Catedral, Igreja-Mãe, são declaradas pelo bispo diocesano estas “Igrejas de Peregrinação Jubilar”:

Amarante: Igreja de São Gonçalo

Arouca: Mosteiro de Santa Maria de Arouca

Baião: Igreja de São Bartolomeu de Campelo

Castelo de Paiva: Igreja de São Domingos da Serra

Espinho: Igreja Matriz de Espinho

Felgueiras: Santuário de Santa Quitéria

Gaia Norte: Santuário Diocesano do Monte da Virgem Imaculada

Gaia Sul: Santuário de Nossa Senhora da Saúde

Gondomar: Igreja Matriz de Gondomar (São Cosme e São Damião)

Lousada: Capela do Senhor dos Aflitos

Maia: Santuário de Nossa Senhora do Bom Despacho

Marco de Canaveses: Santuário do Menino Jesus de Praga

Matosinhos: Igreja do Bom Jesus de Matosinhos

Ovar: Igreja Matriz de São Cristóvão

Paços de Ferreira: Igreja Paroquial de Santa Eulália

Paredes: Igreja Paroquial do Divino Salvador de Castelões de Cepeda

Penafiel: Santuário da Nossa Senhora da Piedade e Santos Passos – Igreja do Sameiro

Porto: Igreja de Nossa Senhora da Lapa

Santa Maria da Feira: Igreja Matriz da Feira (Convento dos Loios)

Santo Tirso: Santuário de Nossa Senhora da Assunção

São João da Madeira e Oliveira de Azeméis: Santuário de Nossa Senhora de La Salette

Trofa: Capela de Nossa Senhora das Dores

Valongo: Santuário Diocesano de Santa Rita

Vale de Cambra: Santuário de Santo António

Vila do Conde: Igreja Paroquial de Vairão

 

Apêndice 3: Hino do Jubileu (Letra)

 

Peregrinos de Esperança

Texto de Pierangelo Sequeri

Texto versão portuguesa: Pe. António Cartageno

 

Refrão:

Chama viva da minha esperança,
este canto suba para Ti!
Seio eterno de infinita vida,
no caminho eu confio em Ti!

 

Toda a língua, povo e nação
tua luz encontra na Palavra.
Os teus filhos, frágeis e dispersos
se reúnem no teu Filho amado. Refrão

 

Deus nos olha, terno e paciente:
nasce a aurora de um futuro novo.
Novos Céus, Terra feita nova:
passa os muros, ‘Spirito de vida. Refrão

 

Ergue os olhos, move-te com o vento,
não te atrases: chega Deus, no tempo.
Jesus Cristo por ti se fez Homem:
aos milhares seguem o Caminho. Refrão

 

 

Apêndice 4: Oração pelo Jubileu

 

Pai que estás nos céus,

a fé que nos deste

no Teu filho Jesus Cristo, nosso irmão,

e a chama de caridade

derramada nos nossos corações

pelo Espírito Santo

despertem em nós

a bem-aventurada esperança

para a vinda do teu Reino.

 

A Tua graça nos transforme

em cultivadores diligentes

das sementes do Evangelho

que fermentem a humanidade e o cosmos,

na espera confiante

dos novos céus e da nova terra,

quando, vencidas as potências do Mal,

se manifestar para sempre a tua glória.

 

A graça do Jubileu

reavive em nós, Peregrinos de Esperança,

o desejo dos bens celestes

e derrame sobre o mundo inteiro

a alegria e a paz

do nosso Redentor.

A Ti, Deus bendito na eternidade,

louvor e glória pelos séculos dos séculos.

Amém

 

Apêndice 5: Fontes

BENTO XVI, Carta Encíclica Spe SalviSalvos na esperança, 30.11.2007

COMISSÃO SINODAL DIOCESANA: Documentos do processo sinodal na Diocese do Porto: Síntese Diocesana (2023) e Texto da Diocese do Porto enviado para a Conferência Episcopal Portuguesa, na fase final do Sínodo (2024)

CONFERÊNCIA EPISCOPAL PORTUGUESA, Ministérios laicais para uma Igreja Ministerial, em 22.06.022

DOM MANUEL LINDA, Nota Pastoral «Ministérios instituídos na Igreja do Porto», 29.05.2023.

PAPA FRANCISCO, Bula de Proclamação do Jubileu Spes non confundit – A esperança não engana, 9.05.2024

PAPA FRANCISCO, Carta ao Arcebispo Rino Fisichella, Presidente do Dicastério para a Evangelização, pelo Jubileu de 2025, 11.02.2022

PAPA FRANCISCO, Carta aos Párocos, 2.05.2024

PAPA FRANCISCO, Discursos, Homilias e as 38 Catequeses do Papa Francisco sobre a Esperança, entre 7.12.2016 e 25.10.2017

PAPA FRANCISCO, Mensagem para o 3.º Dia Mundial dos Pobres «A esperança dos pobres jamais se frustrará (Sl 9,19)», 13.06.2019

PAPA FRANCISCO, Mensagem para o 38.º Dia Mundial da Juventude, 9.11.2023

PAPA FRANCISCO, Palavras aos jovens. Vós sois artesão do futuro, Ed. Nascente, Amadora, 2018

PENITENCIARIA APOSTOLICA, Documento sobre a concessão da Indulgência durante o Jubileu Ordinário do Ano 2025 proclamado por Sua Santidade o Papa Francisco, 13.05.2024

SÃO JOÃO PAULO II, Exortação Apostólica pós-sinodal Ecclesia in Europa, sobre Jesus Cristo, vivo na sua Igreja, fonte de esperança para a Europa, em 28.06.2003

SÃO JOÃO PAULO II, Bula de Proclamação do Grande Jubileu do ano 2000, Incarnationis mysterium – O mistério da Encarnação, 29.11.1998

 

Recursos digitais:

https://www.diocese-porto.pt/

https://www.vozportucalense.pt/

https://www.iubilaeum2025.va/pt.html