Papa: a violação dos direitos humanos nos territórios de guerra é intolerável

Após a oração do Angelus, Francisco recordou o Dia Mundial do Enfermo e que “há muitas pessoas hoje a quem é negado o direito a ser curado, portanto, o direito à vida!” “Penso naqueles que vivem na pobreza extrema; mas também nos territórios de guerra”, disse o Papa.

Após a oração mariana do Angelus, deste domingo (11/02), Francisco recordou a canonização da primeira santa argentina Maria Antónia de San José, mais conhecida como Mama Antula, na Basílica de São Pedro, na missa celebrada algumas horas antes do Angelus.

Hoje, foi canonizada Maria Antónia de Paz e Figueroa, uma santa argentina. Vamos aplaudir a nova santa!

A seguir, o Pontífice recordou que, neste domingo, celebra-se o Dia Mundial do Enfermo, memória de Nossa Senhora de Lourdes, “que este ano chama a atenção para a importância das relações na doença”.

A primeira coisa de que precisamos quando estamos doentes é da proximidade dos entes queridos, dos profissionais de saúde e, no coração, da proximidade de Deus. Todos nós somos chamados a estar perto de quem sofre, a visitar os doentes, como Jesus nos ensina no Evangelho. É por isso que hoje quero expressar minha proximidade e a de toda a Igreja a todas as pessoas doentes ou mais frágeis. Não nos esqueçamos do estilo de Deus: proximidade, compaixão e ternura. Mas neste dia, irmãos e irmãs, não podemos ficar em silêncio sobre o fato de que há muitas pessoas hoje a quem é negado o direito a ser curado, portanto, o direito à vida! Penso naqueles que vivem na pobreza extrema; mas também nos territórios de guerra: ali, os direitos humanos fundamentais são violados todos os dias! Isso é intolerável. Rezemos pela martirizada Ucrânia, pela Palestina e por Israel, rezemos por Mianmar e por todos os povos martirizados pela guerra.

Por fim, o Papa saudou os romanos e peregrinos de vários países, incluindo os brasileiros de Brasília e Portugal, e pediu a todos para não se esquecerem de rezar por ele.

(inf: Vatican News)