Amarante. S. Gonçalo: “paróquia como casa de comunhão”

A igreja de S. Gonçalo (Amarante) recebeu na passada sexta-feira, 18 de março, o quarto e último Encontro, no qual se fez a reflexão e partilha dos seguintes temas: “A paróquia como casa de comunhão”, apresentada pelo Dr. Marcos Faria, professor da Universidade Católica (Porto); e o segundo tema: “Os ministérios numa paróquia sinodal”, apresentado pelo Sr. D. Armando Domingues, bispo auxiliar do Porto.

O Dr. Marcos Faria na sua reflexão sobre a temática da paróquia como casa de comunhão, partiu da uma perspetiva da Eclesiologia de Comunhão, conceito que surgiu a partir do Concílio Vaticano II, e também da perspetiva do Papa S. João Paulo II, que fala da Igreja como «casa e escola da comunhão».

Referiu-se à necessidade de pensarmos as paróquias enquanto comunidades que se desenvolvem com referência a uma Igreja onde todos têm uma função imprescindível e que procura afirmar-se como uma casa de ternura, onde todos se sentem acolhidos e caminham juntos com afeto mútuo.

Na segunda parte do Encontro, o Sr. D. Armando Domingues fez uma partilha baseada essencialmente numa reflexão sobre os Carismas e os Ministérios dentro de uma paróquia que se pretende com uma dinâmica sinodal, salientando que Carismas e Ministérios se reclamam mutuamente e cuja função é proporcionar o crescimento da comunidade.

Este último encontro fechou assim um ciclo de reflexões que foram pensados no âmbito de uma dinâmica sinodal, mas também numa perspetiva formativa.

A igreja de S. Gonçalo em Amarante foi o espaço escolhido pelos Conselhos Pastoral e Económico de S. Gonçalo e S. Veríssimo, com o seu pároco, em coordenação com a Vigararia de Amarante, para dinamizar este conjunto de 4 encontros. Neles foram abordadas 8 temáticas, que foram desde a conservação e dinamização do Património Cultural e Religioso, até à organização e simbologia do espaço litúrgico, passando pelo papel da Igreja e do Padroeiro (S. Gonçalo) na dinâmica Comunitária.

 (diácono Joaquim Pinheiro)