“Pessoas a sentir pessoas”, os 57 anos da Obra Diocesana de Promoção Social

Criada em 1964 a Obra Diocesana de Promoção Social (ODPS) iniciou a sua atividade “para dar resposta positiva às pessoas e comunidades dos Bairros Camarários do Porto, considerados na altura muito prementes pela Câmara Municipal do Porto, pela Direção-Geral de Assistência e pelo Instituto Superior de Serviço Social” – refere o presidente do Conselho de Administração daquela instituição em nota enviada para Voz Portucalense. Manuel Moreira afirma que a instituição “continua a fazer todo o sentido”, porque há “famílias muito vulneráveis que precisam desta mão amiga”.

“Pessoas a sentir pessoas” é o lema da ODPS que está ao serviço dos “mais desfavorecidos da sociedade, famílias, crianças e idosos”. Uma instituição que tem “como missão a valorização e a dignificação da vida humana. Porque a vida faz sentido desde o início do seu ciclo até ao seu términus, sempre com dignidade e qualidade” – refere a nota.

“É isso que procuramos fazer num verdadeiro compromisso entre a ODPS e as Famílias, ajudando as nossas crianças e os nossos idosos a serem felizes. É uma missão muito exigente e difícil, mas aliciante e desafiante para todos nós, Dirigentes, Colaboradores, Famílias, Utentes, Amigos e Voluntários da ODPS” – pode-se ler no comunicado assinado por Manuel Moreira.

O presidente da ODPS relembra que aquela instituição “comtempla 12 Centros Sociais, com 9 Creches, 9 Estabelecimentos de Educação Pré-Escolar, 6 Centros de Atividades Tempos Livres, 9 Centros de Dia, 9 Centros de Convívio, 10 Serviços de Apoio Domiciliário, 10 Serviços de Cantina Social e o CAFAP- Centro de Apoio à Família e Aconselhamento Parental, que serve cerca de 2000 Utentes, nas 55 respostas sociais, com 358 Colaboradores”.

Manuel Moreira que esta celebração dos 57 anos da ODPS ocorre num tempo “estranho e sofrido” devido à pandemia de covid-19.  “Mas somos resilientes e não desistimos da nossa missão de serviço aos outros” – declara o presidente da ODPS.

Para o futuro Manuel Moreira deixa uma nota especial pedindo mais apoio “por parte do Estado, através do aumento das comparticipações da Segurança Social, das Autarquias Locais e da sociedade civil”.

Contudo, não perde este momento de celebração para assinalar “o apoio amigo de Instituições públicas e privadas, desde a Segurança Social, Município do Porto, Freguesias da Cidade, Empresas, outras Instituições e Cidadãos, sem esquecer o Banco Alimentar Contra a Fome do Porto e a Liga de Amigos da Obra Diocesana de Promoção Social.”

RS